julho 28, 2009

Morreu a jornalista Edite Soeiro

A jornalista Edite Soeiro, uma das primeiras mulheres a ocupar cargos de chefia no jornalismo, morreu hoje aos 75 anos de idade, depois de várias complicações de saúde nos últimos anos, disse à Lusa uma fonte próxima.

Edite Soeiro nasceu em Angola, onde iniciou a sua actividade jornalística, no jornal O Intransigente, em Benguela. Posteriormente, radicada em Lisboa, Edite Soeiro, fez parte das redacções da Flama, Notícia, Jornal e revista Visão, onde ainda fazia parte da ficha técnica.

Em 2006, foi distinguida pelo Clube de Jornalistas com o Prémio de Mérito, pela sua carreira não só na reportagem mas também pelas suas capacidades de chefia e direcção.

Lamentando a perda, o coordenador editorial da Visão, José Carlos Vasconcelos, recorda Edite Soeiro como uma profissional "séria, competente, exigente e rigorosa".

Contactado pela Lusa, José Carlos Vasconcelos, que é também director do Jornal de Letras, lamentou o desaparecimento de uma "querida camarada e companheira de trabalho" com quem trabalhou durante mais de 30 anos, sublinhando as suas capacidades de grande repórter, bem como de chefia.
"Foi uma jornalista séria, competente, exigente e rigorosa. Foi das primeiras mulheres a ocupar cargos de chefia, desde a revista Notícia, em Angola, até à Visão", disse.

José Carlos Vasconcelos referiu ainda que, por "complicações de saúde", Edite Soeiro esteve mais afastada da profissão "nos últimos dois ou três anos" e que, apesar de já se ter reformado, o seu nome continua na ficha da revista, onde trabalhou desde a sua fundação.

O responsável lembrou ainda que Edite Soeiro se destacou também no jornalismo desportivo, tendo sido a primeira jornalista mulher em Portugal enviada especial a uns Jogos Olímpicos.
Edite Soeiro nasceu em Angola, onde iniciou a sua actividade jornalística, no jornal O Intransigente, em Benguela. Posteriormente, radicada em Lisboa, Edite Soeiro, fez parte das redacções da Flama, Notícia, Jornal e revista Visão, onde ainda fazia parte da ficha técnica.

Em 2006, foi distinguida pelo Clube de Jornalistas com o Prémio de Mérito, pela sua carreira não só na reportagem mas também pelas suas capacidades de chefia e direcção.

Lamentando a perda, o coordenador editorial da Visão, José Carlos Vasconcelos, recorda Edite Soeiro como uma profissional "séria, competente, exigente e rigorosa".

Contactado pela Lusa, José Carlos Vasconcelos, que é também director do Jornal de Letras, lamentou o desaparecimento de uma "querida camarada e companheira de trabalho" com quem trabalhou durante mais de 30 anos, sublinhando as suas capacidades de grande repórter, bem como de chefia.
"Foi uma jornalista séria, competente, exigente e rigorosa. Foi das primeiras mulheres a ocupar cargos de chefia, desde a revista Notícia, em Angola, até à Visão", disse.

José Carlos Vasconcelos referiu ainda que, por "complicações de saúde", Edite Soeiro esteve mais afastada da profissão "nos últimos dois ou três anos" e que, apesar de já se ter reformado, o seu nome continua na ficha da revista, onde trabalhou desde a sua fundação.

O responsável lembrou ainda que Edite Soeiro se destacou também no jornalismo desportivo, tendo sido a primeira jornalista mulher em Portugal enviada especial a uns Jogos Olímpicos.

Notícia: Agência Lusa

Publicado por dizerbem em julho 28, 2009 10:41 AM | TrackBack
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